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A política educacional brasileira indica, desde meados da década de 80, a necessidade de democratizar a gestão da escola pública. O Conselho Escolar constitui um dos principais elementos de efetivação da gestão democrática. Considere o trecho a seguir, que retrata a fala de um representante do colegiado escolar.
“[...] não somos chamados para participar, somos convidados apenas para uma participação elementar, ou seja, para discussão sobre questões já definidas anteriormente, que passam a ser legitimadas por essa participação. Dentre elas estão: o plano de aplicação financeira da escola, o calendário escolar, o regimento escolar, o Projeto Político-Pedagógico, o plano de ação da escola, a proposta curricular etc. [...].”
Com base nesse relato, assinale, a seguir, a afirmativa que NÃO o representa.
Revela-se uma prática descentralizadora e participativa no campo da gestão escolar.
Observa-se que a participação não é suficiente para assegurar a prática democrática.
É necessário superar a característica fiscalizadora, de forma que o órgão colegiado se constitua num mediador para discussões e decisões democráticas.
Ressalta-se a necessidade de a instituição planejar e organizar práticas democráticas por meio de ampla participação dos segmentos do Conselho Escolar, para juntos construírem a identidade da escola.