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Nogaro e Granella (2004) afirmam que, embora haja um certo consenso em torno da necessidade e da viabilidade de realizar uma avaliação compatível com a concepção de aprendizagem como um processo permanente, os processos e resultados escolares continuam profundamente marcados pela ótica da homogeneidade, fazendo coincidir avaliar e julgar, considerando-se como relevante o que o educando acertou e errou.
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Qual postura o educador deve adotar em relação a este tema?
Interpretar o erro como fracasso, incorreção, inexatidão, incapacidade.
Problematizar o erro para além do resultado da operação, como invenção e descoberta.
Compreender o erro apenas da perspectiva do aluno.
Encontrar critérios precisos e uniformes para avaliar o desempenho de todos os alunos.
Conceber um grupo de alunos como “iguais” em sua maneira de compreender o mundo.