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Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1989), a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, embora aberta à interação social, na escola ou fora dela. Neste processo, a criança passa por etapas, com avanços e recuos, até se apossar do código linguístico e dominá-lo.
De acordo com a teoria exposta em Psicogênese da Língua Escrita, toda criança passa por quatro fases até que esteja alfabetizada:
Pré-silábica: não consegue relacionar as letras com os sons da língua falada.
Silábica: mistura a lógica da fase anterior com a identificação de algumas sílabas.
Silábico-alfabética: interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma.
Alfabética: domina, enfim, o valor das letras e sílabas.
Pré-silábica: não consegue relacionar as letras com os sons da língua falada.
Silábica: interpreta a letra de acordo com o som que ouve, atribuindo valor de sílaba a cada palavra.
Silábico-alfabética: mistura a lógica da fase anterior com a identificação de algumas sílabas.
Alfabética: domina, enfim, o valor das letras e sílabas.
Pré-silábica: não consegue relacionar as letras com os sons da língua falada.
Silábica: interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma.
Silábico-alfabética: interpreta a letra de acordo com o som que ouve, atribuindo valor de sílaba a cada palavra.
Alfabética: domina, enfim, o valor das letras e sílabas.
Pré-silábica: não consegue relacionar as letras com os sons da língua falada.
Silábica: interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma.
Silábico-alfabética: mistura a lógica da fase anterior com a identificação de algumas sílabas.
Alfabética: domina, enfim, o valor das letras e sílabas.