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De acordo com Moreira e Candau (2014), com as mudanças do mundo contemporâneo, estudos curriculares têm definido currículo de formas muito diversas e várias dessas definições permeiam o que tem sido denominado currículo no cotidiano escolar, no qual “a escola deve promover um processo de ampliação dos horizontes culturais dos estudantes”. Dessa forma, é necessário que a escola se desafie a se constituir como um espaço que permeie diferentes conhecimentos e saberes para a promoção de uma educação intercultural, construindo e reconstruindo estratégias e práticas pedagógicas. Nesta perspectiva, o currículo pós-crítico busca realizar no campo educacional brasileiro transformações nas práticas educacionais. Considerando o exposto, bem como a teoria pós-crítica, assinale a afirmativa INCORRETA.
É um espaço para a elaboração de novas possibilidades, de seguir caminhos desconhecidos, de modificar sentidos preestabelecidos e viver novas conexões.
Admite a hipótese de uma consciência coerente, centrada, unitária, abarcando a própria noção de consciência com suas conotações racionalistas e cartesianas.
Olham com desconfiança para conceitos como alienação, emancipação, libertação, autonomia, que supõem, todos, uma essência subjetiva que foi alterada e precisa ser restaurada.
Busca considerar os alunos, como sujeitos na sua singularidade, assim como o processo de intenções e significados que envolve o processo formador daquilo que somos e daquilo que nos tornamos.
Busca-se proliferar problematizações e investigações para representar grupos sociais marginalizados e inferiorizados em favor de outros, fugindo da homogeneização e da assimilação cultural historicamente impostas, dando visibilidade à diversidade cultural.