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Artur está empenhado em refletir sobre sua prática docente e as competências necessárias a seu exercício profissional. Lendo a discussão de Rios (2001), deparou-se com a ideia do professor como um intelectual orgânico, que contribui para as transformações necessárias para a sociedade. Se quiser agir desse modo em sua prática político-moral, Artur necessariamente deve
se filiar a um partido ou ao sindicato, como manifestação de seu compromisso político.
buscar a neutralidade político-pedagógica, de modo a evitar as armadilhas ideológicas.
abdicar do saber técnico a favor do saber político e do saber fazer o bem, abraçando a afetividade do exercício docente.
expressar a intencionalidade de seu gesto educativo, também chamada de vontade, de modo livre e articulado à sua consciência.
afastar sua subjetividade de forma a assegurar a experiência liberal de seus alunos e a participação engajada da sociedade capitalista.