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Considere o documento da Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva da Educação Inclusiva, para responder às questões de números 11 a 14.
Essa política faz críticas contundentes à antiga organização da educação especial fundamentada no conceito de normalidade/anormalidade. Uma das críticas diz respeito à
falta de testes psicométricos elaborados por brasileiros que conhecem a realidade do país para determinar os desvios de comportamento dos alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento.
determinação de formas de atendimento clínico-terapêuticos fortemente ancorados nos testes psicométricos que, por meio de diagnósticos, definem as práticas escolares para os estudantes com deficiência.
escassez de material para ser utilizado pelos profissionais da saúde na avaliação diagnóstica, o que dificultava a classificação dos alunos a serem encaminhados aos diversos recursos da educação especial.
precariedade de recursos humanos para identificar e hierarquizar os processos normativos de distinção dos estudantes em razão de características intelectuais, físicas, culturais, sociais e linguísticas.
falta de uma escala padrão que possa expressar com fidedignidade o resultado dos testes clínicos e terapêuticos para facilitar a classificação e o encaminhamento dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação.