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João Barroso, in Ferreira (org.), 2008, discute a...

João Barroso, in Ferreira (org.), 2008, discute a flexibilização da gestão e o reforço da autonomia das escolas. Em concordância com análises sobre a gestão da escola e sua autonomia, realizadas por Carmen M. de Castro Neves, in Veiga (org.), 1995, e por Libâneo; Oliveira e Toschi, 2010, Barroso argumenta que a autonomia da escola


A

constitui um modelo de gestão legalmente previsto e pré-existente à ação dos indivíduos, o qual pode ser ou não apoiado pelos docentes, desde que assumido pelo gestor.


B

representa uma proposta democrática defendida por muitos sindicatos de educadores, a qual associa a defesa da eleição dos diretores de escola à liberdade de currículo.


C

faz parte das democracias ocidentais e seu funcionamento depende, unicamente, de regulamentação pelos respectivos governos, os quais podem decretar graus variados para ela.


D

é um conceito construído social e politicamente, pela interação dos diferentes atores organizacionais numa determinada escola e que expressa sua unidade em torno de princípios e objetivos legais.


E

significa um anseio utópico de educadores que, inspirados em ideais libertários, opõem-se à burocratização da organização escolar, posta a serviço da reprodução da sociedade capitalista de classes.