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Bordignon e Gracindo (in: Ferreira e Aguiar, 2002) afirmam...

Bordignon e Gracindo (in: Ferreira e Aguiar, 2002) afirmam que “a gestão democrática da educação requer mais do que simples mudança nas estruturas educacionais; requer mudança de paradigmas que fundamentem a construção de uma Proposta Educacional”; declaram ainda que paradigma diz respeito a ideias e valores assumidos coletivamente, consciente ou inconscientemente. Segundo os autores, é correto afirmar que, o processo de gestão de uma escola que se baseia no paradigma vigente, ou seja, no paradigma racional positivista


A

promove decisões descentralizadas, com diálogo e negociação, com foco na inclusão social; tem sua origem nas teorias organizacionais clássicas, prescindindo de projetos e objetivos, desse modo, valoriza primordialmente as rotinas.


B

estabelece relações de poder horizontais, com estruturas circulares e integradas, além de relacionamentos com base na cooperação; com organograma piramidal, fundamenta-se no modelo cognitivo e afetivo e na perspectiva da escola cidadã.


C

apresenta relações verticalizadas, pois a relação sujeito-objeto é vista de forma fragmentada; nela, a relação professor-aluno é compreendida a partir da identificação do sujeito, aquele que ensina, e do objeto, aquele que obedece e aprende.


D

incentiva os profissionais a apresentarem visão do todo, com enfoque na intersubjetividade dos indivíduos, ênfase no “ser” e base aética nas relações; com clareza de propósitos, subordina-se apenas aos interesses dos cidadãos.


E

visa à mediação de conflitos, a democracia e autonomia, além do trabalho coletivo; os Colegiados são sua maior expressão de democracia, sendo que estudantes e professores devem moldar-se às orientações de quem comanda (gestão escolar).