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Arroyo (2013) afirma que “esse é um dos núcleos de disputa...

Arroyo (2013) afirma que “esse é um dos núcleos de disputa nos currículos: superar memórias de experiências imaginadas como atoladas no atraso e vê-las ou aceitar que se manifestem como experiências coletivas vividas, como memórias reais, positivas.” O autor ainda relata que essa tensão se manifesta em cursos de professores indígenas, do campo, de história, memórias e cultura negra; e também nas crianças, jovens, adolescentes e adultos populares quando chegam à escola. Arroyo afirma, no entanto, que “os currículos poderão ser um território de diálogo da diversidade


A

de histórias-memórias”, e propõe, entre outras ações, tirar as memórias dos Outros dos lugares periféricos.


B

apenas quando a história da colonização for suprimida do currículo escolar”, e sugere iniciar os estudos pela história do bairro, cidade, Estado, País... de modo crescente e linear.


C

se o ensino de história permanecer circunscrito às memórias da comunidade local, já que o mais significativo são as histórias-memórias dos territórios”.


D

ao promover a eliminação da adoção de livros didáticos nas escolas”, e afirma que é o seu uso que impede os currículos plurais.


E

se a academia reescrever a história universal, mudando a perspectiva eurocêntrica, para afrocêntrica”, sendo que o autor propõe ensinar história universal nessa nova perspectiva.