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Telma Weisz, no livro O diálogo entre o ensino e a aprendizagem, tece uma crítica ao modelo típico de cartilha, que trabalha com uma concepção de língua escrita como transcrição da fala. Para a autora, esse modelo está baseado na hipótese
empirista de que o aluno precisa memorizar e fixar as informações.
empirista de que o aprendiz é alguém que produz a transformação que converte informação em conhecimento próprio.
construtivista de que o conhecimento está fora do sujeito e é interiorizado através dos sentidos.
construtivista pressupondo uma atividade (por parte de quem aprende) que organiza e integra novos conhecimentos aos já existentes.
espontaneísta de que é o aluno quem constrói o conhecimento e, portanto, não seria necessário ensinar-lhe.