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“Ensino e aprendizagem são dois processos educacionais: praxiológicos, diferentes e mutuamente complementares entre si. Neste sentido, podemos dizer, corroborando com Forquin (1993), que as ações de ensinar e de aprender fazem parte da vida humana em geral, bem como da cultura de cada povo ao longo das décadas históricas, da cultura escolar e também da cultura da escola”.
No que diz respeito à obra de Paulo Freire “Pedagogia do Oprimido”, assinale a alternativa CORRETA.
A abordagem do primeiro capítulo o autor destina para se debruçar sobre questões relacionadas aos opressores e oprimidos. No segundo ele aborda questões relacionadas à “educação bancária”. Já no terceiro, ele traz a educação como prática religiosa da liberdade, e no último ele aborda a teoria da ação dialética.
Na educação libertadora, para o autor o aluno é um arquivo de conhecimentos erradamente não questionados, tornando, assim, tanto educadores quanto educandos arquivos vivos de informações.
Para Paulo Freire os opressores fazem com que os oprimidos acreditem que eles vivem como seres livres, que possuem toda condição necessária para saírem da posição que estão e adquirirem o status de poder, ou, ainda pior, privam os oprimidos de pensarem, fazendo com que estes sejam completamente alienados.
Paulo Freire em seu livro fala sobre a invasão cultural, que acontece quando os oprimidos impõem aos opressores sua visão de mundo, privando-os de viverem sua realidade cultural para viverem o que os opressores querem que eles vivam, inibindo a criatividade e propagação de uma visão diferente.
O ensino e a aprendizagem configuram-se como dois processos notadamente semelhantes, tanto em termos teóricos quanto práticos, fazendo parte do contexto educativo primordialmente dentro do âmbito escolar.