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Pompeu e Monteiro (2001, p. 14) alertam, ponderando que “mudança de paradigma, no entanto, é um processo complexo; é necessário querer mudar e acreditar que isso é possível. Mais do que constatar que precisamos mudar, é necessário ter a convicção de que sempre há um novo jeito de ensinar, que sempre é possível mudar”. Sobre trabalhar a etnomatemática no espaço escolar, assinale a afirmativa INCORRETA.
Caracteriza-se como uma tendência de ensino que traz para a discussão e procura refletir sobre as diversas formas de matematizar presentes em nossa realidade sociocultural.
Possibilita que o educando se torne sujeito ativo no processo de transformação do seu ambiente local, regional e global, rejeitando a matemática formal e acadêmica, procurando analisar cada contexto onde a matemática está inserida.
Nesta tendência de ensino, o currículo é dinâmico, contextualizado, reconhece a pluralidade cultural e social dos alunos, possibilita que o educando se torne sujeito ativo, participativo no processo de transformação do seu ambiente local, regional e global.
Trata-se de uma postura didática que busca uma melhoria no processo de ensino-aprendizagem da disciplina com a incorporação no currículo matemático do conhecimento advindo da vida do aluno e de valores humanos, como, por exemplo, a cooperação; a solidariedade; e, a ética.