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A história percorrida da Educação Infantil foi marcada por uma “concepção apenas de assistência de atendimento” (HOFFMAN, 2000). Não se tinha a preocupação com a prática avaliativa para acompanhar e medir os cuidados dedicados às crianças. Considerando os pressupostos de Hoffman (2000), sobre avaliação na Educação Infantil, podemos afirmar que, a prática avaliativa é baseada na (o):
Realização de avaliações sistemáticas e externas, com a aplicação de testes padronizados para a comparação do desempenho das crianças, com o objetivo de identificar os estágios de desenvolvimento em que se encontram, a fim de agrupar as crianças de acordo com o desempenho.
Registro contínuo e nas observações reflexivas que envolvem a análise das interações, atividades de jogo e produções das crianças, buscando compreender o desenvolvimento em suas diversas dimensões, com ênfase na melhoria do planejamento pedagógico.
Utilização de observações informais e não estruturadas, onde o professor apenas observa o comportamento das crianças sem registro de evidências permitindo que o processo de avaliação aconteça espontaneamente durante as interações diárias.
Aplicação de instrumentos de avaliação formal quantitativa, para medir habilidades cognitivas específicas, com o intuito de ajustar o currículo às necessidades imediatas da turma, baseando-se principalmente nos resultados das avaliações.