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Considerando o contexto escolar inclusivo, acerca da deficiência visual (baixa visão e cegueira) e a articulação entre definição diagnóstica, avaliação funcional e adaptações pedagógicas coerentes com as práticas inclusivas, assinale a alternativa correta.
A classificação clínica da deficiência visual baseia-se principalmente em medidas de acuidade e campo visual. Por isso, a estratégia inicial de acesso escolar costuma priorizar a ampliação de materiais impressos e ajustes de apresentação visual antes de outras ações, não havendo necessidade de incluir as tecnologias assistivas.
Quando há visão residual funcional para determinadas tarefas (leitura ampliada), intervenções pontuais, como melhora de contraste, ampliação e iluminação, costumam ser suficientes na maioria dos casos, não sendo necessário planejamento sistemático em Braille, mobilidade ou tecnologias assistivas.
Para garantir plena alfabetização de estudantes com perda visual, a prioridade deve ser sempre a instrução formal em Braille desde o início, salvo comprovada contraindicação, independentemente da presença de visão residual ou preferências pelo uso combinado de recursos ou outras tecnologias assistivas.
Para diagnósticos de baixa visão, estratégias médicas e oftalmológicas, como correção e reabilitação visual, são o ponto de partida obrigatório, somente após a estabilização clínica a escola poderá implementar adaptações educacionais significativas, utilizando recursos apropriados ou a tecnologia assistiva que melhor atende o educando.
A deficiência visual engloba condições de baixa visão e cegueira. A avaliação deve incluir avaliação funcional da visão, e o atendimento exige um conjunto articulado de adaptações: materiais acessíveis, tecnologias assistivas, organização do espaço, instrução em orientação e mobilidade, formação docente e planejamento curricular flexível.