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"Em nossa vida escolar, fomos muito abusados com os exames (...). Hoje, no papel de educadores, repetimos o padrão."
(Fonte: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e criando a prática. 2 ed. Salvador: Malabares Comunicações e eventos, 2005.)
Ao afirmar que, como educadores, ainda reproduzimos o padrão da supervalorização dos exames e provas, que marcou nossa própria trajetória escolar, Luckesi propõe uma reflexão sobre o papel da avaliação no processo de ensino e aprendizagem. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente a concepção de avaliação criticada na citação.
Avaliação classificatória, que supervaloriza os exames e tem como principal função aprovar ou reprovar os alunos.
Avaliação diagnóstica, na qual os docentes buscam fazer os exames dos seus alunos para dizer o que estes aprenderam e o que não aprenderam.
Avaliação formativa, que acontece ao final de um período determinado, sob a crença de que seja possível determinar o que os estudantes efetivamente aprenderam.
Avaliação subjetiva, que se realiza cotidianamente, desprezando os dados relevantes da realidade dos estudantes.
Avaliação somativa, que acontece durante todo o período escolar e, por isso, requer a realização de muitos exames.