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O filósofo sul-coreano Byung-Chul Han afirma que vivemos em uma "era neuronal", marcada pelo avanço de adoecimentos mentais como depressão, ansiedade, TDAH e síndrome de burnout. Segundo ele, esses adoecimentos decorrem de um "excesso de positividade", entendido como a repetição e valorização do igual, daquilo que é homogêneo e amplamente aceito. Em uma sociedade pautada pela uniformidade, sem espaço para contradição, diferença ou conflito, as violências tornam-se mais sutis e quase invisíveis, desenvolvendo-se justamente na ausência de negatividade e diversidade.
Fonte: JORNADAS: novos caminhos: Ciências: 6º ano. Obra coletiva; editor responsável: Daniela Teves Nardi. 1. ed. São Paulo: Saraiva Educação S.A., 2022.
Considerando essas ideias e sua relação com o tema diversidade cultural, assinale a alternativa CORRETA.
Para Han, a violência invisível da positividade demonstra que a exposição a diferentes culturas deve ser limitada, a fim de preservar um equilíbrio emocional mais estável.
O excesso de positividade evidencia que sociedades culturalmente diversas tendem a ser mais vulneráveis a adoecimentos neuronais, devido ao aumento de tensões identitárias.
O texto indica que valorizar a diversidade favorece a saúde mental ao reduzir a pressão pela homogeneidade.
A análise de Han indica que o ideal é promover a padronização cultural, já que a homogeneidade facilita a convivência e reduz conflitos sociais.