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Em uma rede pública de ensino, uma escola de ensino...

Em uma rede pública de ensino, uma escola de ensino fundamental II apresenta resultados insatisfatórios nas avaliações internas e externas, elevado índice de reprovação nos anos finais e fragilidades no atendimento às diversidades presentes no território escolar. O diagnóstico institucional evidencia que o Projeto Político-Pedagógico (PPP) encontra-se desatualizado, o planejamento escolar ocorre de forma fragmentada, os planos pedagógicos dos componentes curriculares apresentam objetivos pouco claros, conteúdos selecionados de maneira prescritiva, metodologias homogêneas, avaliações predominantemente classificatórias e adequações curriculares compreendidas como ações compensatórias e paralelas ao currículo comum. Observase, ainda, que a BNCC e as Diretrizes Curriculares Nacionais são mencionadas nos documentos escolares, porém sem articulação efetiva com a organização curricular, com as práticas pedagógicas e com os processos avaliativos.


Qual das estratégias a seguir é mais consistente para reconfigurar o planejamento escolar e pedagógico da escola no contexto descrito?


A

Atualizar o PPP e os planos de ensino com base exclusiva nas habilidades da BNCC, estabelecendo sequências didáticas padronizadas, avaliações comuns e metas de desempenho uniformes para todas as turmas.


B

Reorganizar o planejamento escolar e pedagógico de forma sistêmica e participativa, articulando PPP, organização curricular, definição de objetivos de ensino, seleção de conteúdos significativos, metodologias diversificadas, avaliação diagnóstica e formativa, além de adequações curriculares integradas, em consonância com a BNCC e as Diretrizes Curriculares Nacionais.


C

Direcionar esforços prioritariamente à reformulação dos instrumentos avaliativos e à intensificação do treinamento para avaliações externas, entendendo a melhoria dos indicadores como eixo central do planejamento pedagógico.


D

Centralizar as decisões curriculares e pedagógicas na equipe gestora e na supervisão da rede, limitando a autonomia docente para garantir maior alinhamento às normativas nacionais.


E

Manter o currículo comum inalterado e tratar as adequações curriculares como intervenções individualizadas, restritas aos estudantes públicos da Educação Especial, sem repercussão no planejamento geral da escola.