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Os dados relacionados à saúde sexual de adolescentes, em 2019, conforme a Pesquisa Nacional de Saúde de Escolares (PENSE), indica que 35,4% dos estudantes de 13 a 17 anos informaram já ter tido relação sexual, uma redução de 2,1 pontos percentuais em relação a 2015 (37,5%). Na rede pública de ensino, esse percentual (37,5%) foi mais alto do que na rede privada de ensino (23,1%).
Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. NOTA TÉCNICA Nº 2/2025-COSAJ/CGCRIAJ/DGCI/SAPS/MS. Brasília, 2025.
O gráfico abaixo apresenta o número de mães adolescentes em milhares (k) nos municípios brasileiros em distribuídas por cor/raça de acordo com os dados do Observatório da Saúde Pública.

Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. NOTA TÉCNICA Nº 2/2025-COSAJ/CGCRIAJ/DGCI/SAPS/MS. Brasília, 2025.
Considerando esse contexto e as discussões atuais sobre o tema, analise as afirmações a seguir.
I- Entre os fatores que contribuem para a ocorrência da gravidez na adolescência, incluem-se o início de atividade sexual em anos iniciais da adolescência e fatores socioeconômicos, como pobreza.
II- A desigualdade de gênero, bem como de fatores socioculturais, relacionados à sexualização precoce de meninas é um fator importante.
III- A sexualidade, como um Tema Contemporâneo Transversal (TCT) da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), deve ser inserida nos currículos de ciências abordando estratégias de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e métodos contraceptivos.
IV- As consequências da gravidez na adolescência também dizem respeito aos aspectos sociais, afetando a continuidade dos estudos, a inserção no mercado de trabalho, as interações e relações sociais, por, muitas vezes, produzir isolamento e estigmas.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I e III.
III e IV.
I e II.
I, II e IV.
III.