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Dahlberg, Moss e Pence (2019) argumentam que o campo...

Dahlberg, Moss e Pence (2019) argumentam que o campo educacional viu emergir um “discurso da qualidade” de inspiração iluminista.

Para os autores, esse discurso


A

é parte de um movimento de quantificação e objetividade destinado a reduzir ou excluir o papel do julgamento pessoal sobre a qualidade.


B

é mais adequado para compreender o trabalho educativo contemporâneo do que o “discurso da construção de significado”, que desacredita a qualidade enquanto conceito.


C

permite uma leitura precisa e contextualizada da qualidade a partir de uma perspectiva pós-moderna.


D

possibilita a superação da parcialidade e dos pre-conceitos nos debates sobre a qualidade da escola pública.


E

relativiza o conceito de qualidade, inviabilizando o uso de modelos especializados que controlam e classificam o trabalho educativo.