De acordo com as ideias de Sacristán (2000), uma escola para a justiça social poderia ser pensada como a escola que provê:
uma escolarização específica para cada tipo de pessoa, considerando suas deficiências e potencialidades, aplicando currículos diferenciados.
uma escolarização igual para sujeitos diferentes, por meio de um currículo comum.
uma escolarização diferenciada, considerando a distinção entre gêneros e concepções religiosas.
uma escolarização básica, que atenda as principais necessidades de uma população exclusiva a ser atendida pela escola.