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Carneiro (2012), em seu artigo intitulado “Reflexões sobre a avaliação da aprendizagem de alunos da modalidade Educação Especial na Educação Básica”, defende que a educação especial será efetivada em uma perspectiva inclusiva quando as práticas pedagógicas escolares forem organizadas coletivamente na escola, preservando sempre
o papel fundamental do profissional do Atendimento Educacional Especializado na condução do alinhamento curricular em sala comum.
a autonomia da escola nos processos de organização das salas comuns e salas especiais para o atendimento educacional especializado.
a decisão da família e do aluno sobre a modalidade de ensino mais adequada a ser realizada na escola comum ou especial.
a organização do currículo escolar de modo a atender a todos os alunos, público-alvo da educação especial, com adaptações às necessidades coletivas.
o protagonismo do professor regente na condução dos processos de escolarização de todos os alunos.