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Orsolon (in Almeida, Placco, 2003) afirma que as práticas de coordenação pedagógico-educacional participativas e emancipadoras, que se dão no interior da escola, não estão à margem das relações sociais mais amplas. Nesse sentido, a autora elenca algumas diretrizes fundamentais para a ação do coordenador pedagógico-educacional; dentre elas estão:
construir a relação com a família a partir das reuniões bimestrais; e a participação nos órgãos colegiados.
elaborar coletivamente o Projeto Político-Pedagógico; e a instituição de práticas participativas, como a Escola de Pais.
conhecer o lugar social das famílias dos alunos; e o espaço previsto para a participação da família na gestão escolar.
disponibilizar-se para a escuta; e a participação dos pais na supervisão partilhada em atividades extraescolares.
ler criticamente a situação da comunidade em que a escola está inserida; e as reuniões pedagógicas pelo bairro para conhecer a fundo a comunidade.