Em 2011, ao propor, na Assembleia da Organização das
Nações Unidas (ONU), a discussão sobre a responsabilidade
que a comunidade internacional tem quanto à proteção de
civis, o Brasil reiterou seu apoio incondicional ao direito da
comunidade internacional de intervir, inclusive por meio da
aplicação da força, em Estados fracassados, como recurso
necessário e legítimo para prevenir crimes de guerra,
genocídios, limpeza étnica e crimes contra a humanidade,
desde que tal ação seja autorizada e conduzida pelo Conselho
de Segurança da ONU.