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Falar sobre a morte perpassa também pelo enfrentamento entre os próprios profissionais e as famílias. São formas dos profissionais da psicologia se auxiliarem e às famílias dos pacientes no processo de morte, EXCETO:
Auxiliando a família no luto pela morte por meio do resgate no modo de chamar a morte de forma natural. Isso faria com que a equipe lidasse com o luto de um modo natural e não como um “inimigo” social. Com o discurso natural a equipe tornaria a morte um percurso possível de ser enfrentado para a família, não distanciando e desestabilizando a todos.
Pensando a morte de dois modos sendo essencial para equipe contrapor a morte moderna e a boa morte. Entendendo a boa morte como a retirada da família e os demais envolvidos da cena de morte e a morte moderna como a participação de todos no cenário de luto.
Pensando a morte de dois modos sendo essencial para equipe contrapor a morte moderna e a boa morte. Entendendo a morte moderna como a retirada da família e os demais envolvidos da cena de morte e a boa morte como a participação de todos no cenário de luto, fazendo com que a morte se torne mais natural.
Não falando sobre o que está havendo com o paciente, e/ou minimizando o quadro de gravidade do paciente com medo de que tudo piore, é um dos grandes recursos encontrados por alguns profissionais. Para Kovacs (2010), esse procedimento é tido como um teatro ruim e sem qualidade, por esta razão sugere que por saber-se que o paciente entende sobre seus sintomas, o essencial é que se diga sobre sua gravidade ao paciente e a todos envolvidos.