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Lucíola acabou de sair de uma clínica psiquiátrica, onde, pela segunda vez, foi tratada de um surto delirante. Ela se queixa de se sentir observada e perseguida na rua e da persistência de alucinações psíquicas: “ouço vozes, queria eu ter uma cabeça silenciosa”. Diz de seu pai, violento e autoritário: “nunca lhe perdoarei por ter sempre batido em minha mãe. Não posso respeitá-lo, nem amá-lo. Nunca foi um pai para mim. O que fez a minha mãe não posso justificar. Mas, minha mãe ficou com ele, nunca disse nada. Talvez ela gostasse disso”.
Na situação hipotética acima e à luz da psicopatologia clínica, o diagnóstico mais provável é
neurose.
fobia.
psicose.
episódio delirante.