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Kubler-Ross, no livro “Sobre a morte e o morrer” (1985), descreve os estágios que um paciente com o diagnóstico de uma doença terminal pode desenvolver. Com base nesses estágios, é correto afirmar que
a depressão, que aparece, logo no primeiro estágio, decorre somente do impacto da doença sobre o indivíduo, apesar das alterações sofridas também pela família.
no segundo estágio, o da barganha, há uma tentativa de adiar a morte como um prêmio por bom comportamento, embora inútil.
no primeiro estágio, ainda sem confirmação do diagnóstico, a raiva por interromper seus planos e a própria vida se mescla ao ressentimento e à inveja daqueles que estão saudáveis.
no terceiro estágio, não existem promessas de novas atitudes e de mudanças de estilo de vida, pois não há esperança de prolongar um pouco mais a sobrevivência.
o último estágio, de aceitação, coincide com o período de maior desgaste físico e o paciente pode querer falar sobre seus sentimentos.