Imagem de fundo

Refletindo sobre a atuação do Psicólogo, afirma-se que: “É...

Refletindo sobre a atuação do Psicólogo, afirma-se que: “É preciso reconhecer que o campo de intervenção produzido desde a Reforma Psiquiátrica Antimanicomial não se fundou a partir de uma teoria ou de um conjunto teórico específico da Psicologia. Ao contrário disso, a busca ou a produção de conhecimentos teóricos em Psicologia que expressassem e subsidiassem esse trabalho se deu a partir da construção cotidiana de práticas e da discussão teórica e epistemológica construída ao longo dos movimentos de Reforma Psiquiátrica e também da constituição do SUS. Desse modo, os psicólogos devem reconhecer que o conhecimento teórico da Psicologia deve responder, ao longo de sua prática nos CAPS, ao referencial e às diretrizes orientadoras do processo da Reforma.”in.: “Referências Técnicas para Atuação de psicólogas (os) nos CAPS: Centro de Atenção Psicossocial. Conselho Federal de Psicologia”.

Qual a afirmativa está em consonância com o texto acima?


A

Desse modo, os psicólogos devem reconhecer que o conhecimento teórico da Psicologia deve suplantar, ao longo de sua prática nos CAPS, ao referencial e às diretrizes orientadoras do processo da Reforma. Ou seja, é necessário consolidar os referenciais adotados em detrimento de outros princípios, privilegiando o foco no transtorno mental.


B

Assim, é necessário aceitar referências que reduzem o sujeito à condição de objeto da investigação científica, assim como é preciso aceitar perspectivas a partir das quais o saber científico tenha primazia sobre a garantia de direitos dos usuário


C

O referencial teórico deve ser capaz de responder a um diagnóstico que está acima da possibilidade da convivência, da diversidade, da sustentação de diferentes existentes.


D

Em relação ao debate relativo aos referenciais teóricos dos psicólogos no campo da atenção psicossocial prepondera o reconhecimento de que a produção do saber científico é soberana e exclusiva em detrimento das condições sociais e da realidade histórica.


E

Assim, é necessário recusar referências que reduzem o sujeito à condição de objeto da investigação científica, assim como é preciso recusar perspectivas a partir das quais o saber científico tenha primazia sobre a garantia de direitos dos usuários.