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A dor emerge como uma vivência singular para cada sujeito que traz uma história singular que está associada ao estado físico e mental do momento. Esta situação tem marcante significado no cuidado com pacientes terminais ou fora de possibilidades terapêuticas. Neste sentido, o psicólogo em sua prática deve considerar:
Compreender que a dor vincula-se aos valores e às crenças da pessoa, o que pode aumentar o sofrimento físico e psíquico frente a situação;
Reconhecer que cabe unicamente ao médico fazer a avaliação funcional da dor;
Reconhecer que a dor e o sofrimento são manifestações de fenômenos neurofisiológicos distintos, que requerem o emprego de sedativos;
Aceitar que o tratamento concentra-se nos sintomas físicos, considerados como única fonte de angústia do paciente;
Intervir junto ao paciente na aceitação da dor e do sofrimento como elementos naturais do ciclo vital.