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Segundo Kubler-Ross (1996) na nossa sociedade a morte é encarada como tabu e os debates sobre ela são considerados mórbidos. Segundo a mesma autora, a condução mais apropriada com uma criança que perdeu um membro familiar seria:
A construção de uma história inverídica que a proteja de entrar em contato com a realidade da morte do familiar, fornecendo assim recursos para a superação do trauma.
Incluir a criança nas conversas e expressões de sentimentos da família, respondendo verdadeiramente às suas questões, proporcionando um luto compartilhado.
Impedir que a criança entre em contato direto, participando de enterros e demais rituais após a morte do familiar, evitando assim a constituição traumática.
Não permitir que a criança visite o familiar no hospital, quando este já se encontrar muito debilitado e próximo de morrer, a fim de preservar a imagem saudável na subjetividade infantil.