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De acordo com Elisabeth Kübler-Ross, no livro “Sobre a Morte e o Morrer”, é correto afirmar:
No caso de uma doença grave e consequente hospitalização do marido, uma esposa não sentirá ressentimento, pois ela sempre contará com a ajuda dos parentes e vizinhos próximos
A pessoa doente também pode ajudar seus familiares, fazendo com que encarem sua morte, participando seus pensamentos e sentimentos aos membros da família e incentivando-os a proceder assim também
A família do paciente sempre entende quando ele, em fase terminal, pede para ser visitado somente por poucos amigos, depois só por seus filhos e somente só pela esposa, pois compreende que esta atitude é essencial para o desapego e aceitação da morte
A única forma de encarar a perda é encará-la de frente, sem recorrer a subterfúgios e fantasias como falar com o falecido como se ele ainda estivesse vivo ou conversar com parentes e pessoas próximas do falecido sobre seus últimos bons momentos