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Muito tem se comentado na área da saúde vinculada à psiquiatria e à psicologia sobre a denominação borderline. Antigamente essa denominação relacionava-se a formas de passagem entre neurose e psicose. A posição atual é de que os pacientes borderlines formam uma estrutura psicopatológica específica e singular. O que se entende, atualmente, pelo termo borderline é que:
Não há mais distinção hoje em dia entre o paciente francamente psicótico com o sujeito diagnosticado como borderline.
Nos pacientes com esse diagnóstico (border), há a presença permanente de uma ansiedade difusa e a sensação de um vazio crônico, que acompanham uma neurose polissintomática.
Os pacientes borderlines, de modo similar aos pacientes psicóticos, não conservam o senso crítico e o senso de realidade.
Não há diferença nosológica entre estatuto neurótico e estrutura borderline.