

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Barros (2007) apresenta, em diferentes abordagens no campo das ciências humanas, a noção de grupo, sua construção, ascensão a objeto científico e problematização. Sobre o paradigma ético-estético-político e os grupos, de acordo com a argumentação da autora, é CORRETO afirmar que:
O grupo é tomado como dispositivo, o qual coloca em funcionamento coletivo modos de expressão da subjetividade e pode operar, assim, processos de desindividualização.
Tendo em vista a hegemonia de um modo individualizante na produção de conhecimentos acerca dos grupos, as produções referidas a esse paradigma priorizam a problematização do socius, afirmando um posicionamento contrário à reificação do temário grupal.
Posicionando-se contrário ao psicologismo operado nos trabalhos com pequenos grupos, tal paradigma aposta no dispositivo Assembleia Geral (AG), o qual permite uma desinstitucionalização das relações sociais previamente estabelecidas.
O processo grupal assume grande relevância nesta abordagem por propiciar a horizontalização de práticas sociais, nas mais diferentes instâncias.
Nos trabalhos com grupos, a produção artística é o viés privilegiado por meio do qual as questões políticas que permeiam o coletivo ganham forma de expressão e podem, assim, ser analisadas.