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Sobre a morte e o processo de morrer, é FALSO afirmar:
Durante a fase terminal da doença, algumas dores mais encontradas são o medo da dor e da mutilação, o medo da morte e o medo de perder o controle sobre a própria vida.
O paciente gravemente enfermo vive várias perdas, que instalam um processo de luto, com a presença de sentimentos de tristeza, raiva, medo e resignação.
Segundo Torres (1996), quando o paciente adentra o hospital, ao ser despojado de sua identidade de “ser pensante”, devem ser estimuladas a passividade e a adaptação para uma adequada aceitação do processo de morrer.
Na psicoterapia com pessoas em fase terminal da doença, deve-se possibilitar o insight, um aprofundamento das relações e uma ressignificação de certos eventos da vida, para favorecer a possibilidade de elaboração.