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A(o) psicóloga(o) pode auxiliar o paciente a entender e significar sua doença, ajudando na elaboração de seu luto pela condição de perda de saúde, identificando os fatores de risco emocionais a serem controlados para evitar novos eventos, minimizando os danos emocionais e na saúde, e favorecendo a busca por uma melhor qualidade de vida. Dessa maneira, busca-se reduzir as complicações e favorecer a otimização dos tratamentos, diminuindo gastos potenciais em saúde pública ou privada e auxiliando na redução de morbimortalidade das pessoas. Quando a pessoa descobre que tem uma doença crônica, que será necessário acompanhamento contínuo para manutenção de seus cuidados de saúde e que pode, em algum momento de sua vida, precisar de uma internação, é possível que essa situação desencadeie sofrimento emocional (MARTIN, 2003; ISMAEL, 2015). De acordo com Kupermann (2017), muitas vezes a pessoa não tem recursos internos de simbolização e elaboração que possam ser usados durante o processo de adoecimento, por isso, pode perceber a experiência como traumática. Levando em consideração o enunciado, marque a alternativa incorreta.
É crucial ter conhecimento sobre a doença, entender o tratamento proposto pela equipe e saber o que o paciente sente em relação ao procedimento terapêutico indicado. Essas são atitudes que fazem a(o) psicóloga(o) desenvolver sua prática clínica de maneira mais segura.
A(o) psicóloga(o), com sua escuta atenta e um protocolo de atendimento emocional que contemple fatores de risco emocionais e psicossociais, pode atuar de forma preventiva e evitar maiores prejuízos emocionais e clínicos ao paciente ou minimizá-los, realizando, assim, um processo de atenção psicossocial completo e focado em temas relevantes para pacientes que apresentam diversos distúrbios.
Não é necessário que a(o) psicóloga(o) se aproprie de todas as informações pertinentes para auxiliar o paciente a manejar seu estresse devido à hospitalização e à ansiedade.
Dentre as habilidades relevantes como facilitadoras na avaliação, estão: ser empático, compreender e se colocar na situação do paciente, e agir com respeito e ética com o paciente. É necessário querer estar naquele lugar, acolher, escutar e ajudar a fazer sentido o que o outro tem dificuldade de expressar.