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O estudo de Schlosser, Rosa, More et al. (2014) apresentou o comportamento suicida como um problema de saúde pública, de causa multifatorial e presente nos diferentes ciclos vitais. Além da identificação de fatores de risco, os autores ressaltam ser de crucial importância
incentivar a vigilância e controle familiar, inclusive, com condutas de interdição e internação, quando necessário.
ignorar falas sobre a intenção suicida, as quais têm por finalidade apenas chamar atenção para si.
investir em fatores protetivos, como: qualidade das interações sociais e familiares, satisfação em atividades da vida diária, habilidade para resolução de conflitos e identificação de motivos para viver.
notificar as ocorrências para evitar que possíveis suicídios possam ser caracterizados como homicídio ou omissão de socorro.
dialogar com a pessoa que apresenta comportamento suicida, pautando-se de argumentos morais, religiosos e punitivos, caracterizando a morte como a pior das escolhas.