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O psicólogo, na elaboração de programa de intervenção em saúde mental em seu serviço, deve levar em consideração aspectos previstos na Política Nacional de Humanização (PNH). Essa define, entre outras, a necessidade de garantias para o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), tais como o acolhimento e a garantia de assistência integrada e intersetorial. Essa prática deve ser observada nas seguintes ações abaixo, EXCETO quando:
Em um Centro de Convivência de idosos o profissional deve manter o contato apenas entre os usuários de um grupo de idosos, garantindo assim o sigilo de suas manifestações, evitando o contato desse com seus familiares e outros membros da comunidade, mantendo o devido cuidado ético previsto na PNH.
Em um processo grupal com usuários no CAPS o profissional deve desenvolver estratégias de expressão do sofrimento mental, uma vez que muitos usuários ainda evidenciam a escuta pouco qualificada e as relações solidárias pouco exercidas nesses contextos.
Em uma atividade comunitária sobre a saúde da mulher é indicado que o profissional procure envolver grupos de diferentes gêneros, respeitando o princípio da universalidade do Sistema Único de Saúde.
Em um serviço de qualificação profissional para adolescentes, o profissional deve realizar a escuta e o encaminhamento para a rede de assistência, no caso de um adolescente que se apresenta em condição de vulnerabilidade psíquica quando vítima de violência familiar.