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Guimarães e Almeida (2015) propõem uma forma de trabalho social com famílias baseada em encontros coletivos.
Segundo essas autoras, é correto afirmar que, para que a metodologia funcione, torna-se importante
criar grupos variáveis em termos de famílias participantes e que uma mesma configuração de grupo de famílias não se repita por mais de 1 mês.
evitar debates sobre violência social e violência intrafamiliar para não afastar dos encontros membros da família que podem ser causadores de violência.
estabelecer uma espécie de contrato entre os participantes; esse contrato deve ser revisto periodicamente e que nele constem discussões sobre o funcionamento e os objetivos do grupo.
que dela participem, ao mesmo tempo, todos os membros da família e que os grupos sejam compostos por, no máximo, 5 famílias.