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“O termo promoção de saúde foi utilizado pela primeira vez por Henry Sigirist, historiador de medicina, quando, em 1945, definiu quatro funções da medicina: promoção de saúde, prevenção de doença, restauração do doente e reabilitação” (Terris, 1996 apud Czerina, Maciel, Oviedo, 2013). Foi a ideia de promoção de saúde, e o discurso gerado em torno dela, que produziram maiores repercussões no campo sanitário. Sobre promoção de saúde, é correto afirmar que
Apesar de configurar avanço político para a reestruturação de práticas, a conceituação positiva de saúde, trazida pela promoção, resolve um problema, pois promover vida em suas múltiplas dimensões envolve apenas ações no âmbito das políticas de Estado.
Há uma tendência que privilegia as dimensões comportamental e de autocuidado, visto que são inapropriadas ao interesse de regulação social no contexto de crise do estado de bem-estar social e das reformas de cunho neoliberal.
Prevenção e promoção de saúde são conceitos distintos, visivelmente diferentes, inclusive na prática. Facilmente se percebe a diferença entre uma postura preventiva ou de promoção de saúde.
Uma perspectiva mais ampla de promoção de saúde minimizou a preocupação com a determinação social da saúde e da doença
Gestão de riscos é um dos eixos do discurso de promoção da saúde. A noção de risco pode ser abordada por diferentes perspectivas epistemológicas, históricas e socioculturais. Os enunciados relativos aos fatores de risco produzem efeitos na construção e transformação do conceito de doença e nos modos sociais e culturais de lidar com ela.