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A.C. é um jovem de 9 anos de idade que foi encaminhado para uma avaliação psicológica por uma médica psiquiatra, para auxílio na formulação diagnóstica de um possível transtorno do neurodesenvolvimento. Na entrevista clínica, verificou-se um histórico de meningite aos 4 anos de idade. A.C. apresentava dificuldades acadêmicas moderadas e um comprometimento leve na socialização, mas não no ambiente familiar. Tais sinais não eram presentes antes do quadro de meningite, e após o mesmo, expressavam-se de forma persistente. Os escores dos testes de inteligência empregados na avaliação indicaram na medida do Q.I. total o valor de 60 pontos.
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A partir dessas informações, em havendo elementos para constituir uma hipótese diagnóstica, a alternativa que melhor a apoiaria de acordo com a justificativa proposta é que:
a partir dos elementos apresentados, pode-se sugerir a hipótese diagnóstica de TDAH, haja vista que o paciente só apresenta dificuldades acadêmicas e não em outros ambientes.
com base nos elementos apresentados, pode-se sugerir a hipótese diagnóstica de TDAH, devido à apresentação intermitente dos sinais após o acometimento pelo quadro de meningite.
considerando os elementos apresentados, pode-se sugerir a hipótese de deficiência intelectual, pois os resultados dos escores apresentados são conclusivos em relação a este diagnóstico.
levando em consideração os elementos apresentados, podese sugerir a hipótese de deficiência intelectual, pois os prejuízos apresentados no funcionamento conceitual, pela criança, são persistentes no pós-meningite, além da ocorrência de comprometimento no funcionamento adaptativo
os elementos apresentados não possibilitam a suspeita de nenhum transtorno do neurodesenvolvimento, sendo mais bem explicados por transtornos neurocognitivos de início tardio.