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Indivíduo adulto chega a um determinado serviço de saúde mental. O médico, ao atendê-lo, percebe que o paciente apresenta características descritas para o Transtorno de Personalidade Borderline, além de dependência de substância psicoativa (crack). Assim, o médico fechou o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline. Considerando o contexto explicitado, é correto afirmar que tal conduta:
É a mais adequada, pois a descrição para diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline tem como principal comorbidade a dependência de substâncias.
É recomendada em um serviço de saúde mental, já que a prevalência maior é para o Transtorno de Personalidade Borderline, que tem como comorbidade a dependência de substâncias.
Não é recomendada, pois já que em um serviço de saúde mental a prevalência maior é para o Transtorno de Personalidade Borderline, que tem a comorbidade de dependência de substâncias, o diagnóstico dado, ainda que exija cuidado, se faz dispensável diante da evidência patológica dos prejuízos à pessoa e à sociedade.
Não é a mais adequada, pois o Transtorno de Personalidade Borderline é um diagnóstico que precisa de investigação cuidadosa para ver a persistência dos padrões de comportamento em vários contextos, se trazem prejuízos à pessoa e/ou a outras de seu convívio, além de verificar se o quadro não poderia ser decorrente de usos de substâncias ou eventos estressores.