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Diante do contato da família com a informação de morte iminente do ente querido hospitalizado, cabe ao psicólogo
ajudar a família no processo de desligamento em relação ao paciente, ajudando-a a buscar novas formas de enfrentamento.
iniciar a elaboração do luto da família antes da morte do paciente, para fortalecê-la para o momento da separação definitiva.
impedir a mobilização do luto antecipatório, para que a família possa ter disponibilidade para acolher o sofrimento do paciente.
conscientizar a família da importância de dedicar os próximos dias ao paciente, a fim de evitar sentimentos de culpa após sua morte.
explorar, com cada membro da família, possibilidades de reparação diante de conflitos que tenham vivenciado com o moribundo.