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Segundo Bardagi, Lassance e Teixeira (2012, p. 153) “com relação às implicações para a prática de orientação, uma vez que a disposição de muitos pais é a de auxiliar seus filhos nos processos de exploração e planejamento vocacional, e uma vez que os temas de carreira estão intrinsecamente relacionados a outros contextos de vida (estudo, lazer, comunidade, família, etc.) (Super, 1980), a avaliação sobre a dinâmica familiar deve tornar-se tema essencial no aconselhamento de carreira”.
Com base no enunciado proposto, marque a alternativa que NÃO condiz com o aconselhamento de carreira.
Ao esclarecer e tornar mais funcionais as relações familiares, o orientador deve estar consciente de que também está agindo sobre a maneira como essas relações viabilizam o desenvolvimento de competências exploratórias e planejamento vocacional de crianças e adolescentes.
A intervenção junto aos pais pode centrar-se no auxílio à percepção de suas próprias expectativas e aspirações acerca do trabalho, sua trajetória profissional, seus próprios processos de escolha.
Com os filhos, a intervenção pode levar à reflexão acerca de padrões limitantes internalizados ao longo da infância e da adolescência e de como esses padrões afetam a extensão, a qualidade e a quantidade de seu comportamento exploratório, bem como suas aspirações e seus planos de carreira futuros.
A família é o contexto de influência mais relevante para o desenvolvimento vocacional de crianças e adolescentes, porém, sem efeitos concretos e decisivos nas aspirações e na escolha de seus planos de carreira futuros.


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