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Segundo Whitbourne e Halgin (2015, p. 118-119) “as crianças...

Segundo Whitbourne e Halgin (2015, p. 118-119) “as crianças que têm um transtorno específico da aprendizagem vivenciam um atraso ou déficit em sua capacidade de adquirir uma habilidade acadêmica básica. Essas dificuldades tornam-se evidentes quando suas realizações e habilidades estão substancialmente abaixo do nível de desempenho para suas idades, educação e inteligência. Nessa categoria geral, os profissionais também especificam qual esfera acadêmica o transtorno envolve e seu nível de gravidade (leve, moderado e grave).


No que concerne a Discalculia, é CORRETO afirmar que ela se caracteriza como um:


A

Transtorno específico da aprendizagem com prejuízo na matemática, onde os indivíduos têm dificuldade com tarefas e conceitos matemáticos. Podem ser incapazes de entender termos, símbolos e conceitos matemáticos. A discalculia se refere a um padrão de dificuldades no sentido numérico, na capacidade de aprender fatos matemáticos e em realizar cálculos corretos. Uma criança de idade escolar com esse transtorno pode ter problemas para completar a lição de casa. Já um adulto afetado poderia ser incapaz de controlar o saldo no talão de cheques devido à dificuldade em realizar cálculos matemáticos simples.


B

Uma alteração no organismo onde a escrita se manifesta de forma incorreta, com erros e substituições de grafemas, alteração atribuída às dificuldades no mecanismo de conversão letra-som que interferem nas funções auditivas superiores e nas habilidades linguístico-perceptivas.


C

Déficits em comportamentos comunicativos não-verbais usados para interação social, variando, por exemplo, de comunicação verbal e não verbal mal integrada; a anormalidades no contato visual e linguagem corporal ou déficits na compreensão e uso de gestos; a uma total falta de expressões faciais e comunicação não verbal.


D

Uma alteração no organismo que faz com que ele deixe de ser capaz de falar corretamente, pronunciando as palavras corretamente e elaborando as frases com coerência. Na discalculia, o paciente não consegue mais articular as palavras usando os músculos da face e da boca.