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Segundo Whitbourne e Halgin (2015, p. 122-123) “um dos transtornos psicológicos mais comumente reconhecidos em termos de atenção popular, o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é um transtorno do neurodesenvolvimento que envolve um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade. Os critérios diagnósticos e o nome da condição mudaram de maneira significativa ao longo das últimas décadas. Somando-se às complicações em nosso entendimento do TDAH estão os debates em relação a sua prevalência, suas causas, seu curso e seu tratamento.
No que concerne as características do TDAH, marque a alternativa INCORRETA.
Os adultos com TDAH são mais propensos a demonstrar hiperatividade e impulsividade e menos em continuar com os sintomas de desatenção. Os adultos com TDAH são menos inclinados a ter dificuldade para organizar tarefas e realizar aquelas que envolvam priorizar atividades com base na importância, a cometer erros por desatenção e a perder coisas. Diferentemente das crianças, os adultos apresentam maior evidência de inquietação e impulsividade, sem maiores dificuldades em manter o foco de atenção.
Os indivíduos que preenchem os critérios diagnósticos do DSM-5 para TDAH têm, em um grau extremo, padrões de comportamento nos quais são desatentos e hiperativos/impulsivos.
Os dois componentes do transtorno (desatentos e hiperativos/impulsivos) são definidos em termos de um conjunto de critérios comportamentais específicos. Os terapeutas também podem diagnosticar crianças com TDAH “tipo combinado” se elas satisfizerem ambos os conjuntos de critérios por pelo menos 6 meses.
Os terapeutas também podem diagnosticá-las com TDAH “tipo predominantemente desatento” se satisfizerem os critérios para desatenção, mas não para hiperatividade-impulsividade, nos últimos 6 meses. De forma alternativa, os profissionais podem diagnosticá-las como “predominantemente hiperativas-impulsivas” se satisfizerem o segundo conjunto de critérios, mas não demonstraram desatenção, nos 6 meses anteriores.