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A obra Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais apresenta o conceito de identidade psicossocial quando aborda os temas: narcisismo e autoestima.
Erik Erikson (1985) define identidade psicossocial como o sentimento que proporciona a capacidade para experienciar o próprio eu como algo que tem continuidade e unidade, permitindo que o indivíduo se insira no meio sociocultural de forma coerente.
Sobre o conceito de identidade psicossocial de Erikson na obra psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais, podemos afirmar que:
não se deve usar o termo identidades a palavra sempre deve permanecer no singular: identidade, mesmo tanto a cultura como o sujeito sendo considerados múltiplos.
não pode ser percebida como uma construção subjetiva, ou seja, algo que se constitui e se realiza no mais íntimo do sujeito, a identidade implica certa integridade e homogeneidade do eu ao lado de sua continuidade temporal, de determinada constância histórica.
muitos pacientes deprimidos, encontram-se sentimentos profundos de menos-valia, de redução da autoestima e de autodepreciação. A identidade psicossocial apesar de permitir que o indivíduo se oriente em relação às outras pessoas e ao seu meio ambiente não permite que ele estabeleça e delineie as fronteiras do Eu corporal, do Eu mental e do Eu sociocultural.
o sentimento de identidade refere-se à sensação de pertencer a algo, de ser parte de algo. A identidade psicossocial permite que o indivíduo se oriente em relação às outras pessoas e ao seu meio ambiente, estabeleça e delineie as fronteiras do Eu corporal, do Eu mental e do Eu sociocultural.
na identidade psicossocial o indivíduo sente-se sem valor, não merece viver e ser amado, deve morrer para deixar de incomodar os outros.