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Ainda em “Luto: Estudos sobre a perda na vida adulta” Parkes (1998) ressalta que, embora as dores do luto e a busca premente para encontrar o morto sejam poderosas, não estão presentes durante todo o tempo. A dor passa, a necessidade de chorar alto diminui e, por algum tempo, os enlutados podem voltar seus pensamentos para outros assuntos, oscilando entre se manter enlutados e outras demandas da vida. A este processo dá-se o nome de:
Processo de luto complexo persistente.
Processo de luto complicado.
Processo dual de enlutamento.
Processo unilateral de enlutamento.
Processo de elaboração do luto.