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Maristela Moraes (2019), prefaciando o livro O Pomo da...

Maristela Moraes (2019), prefaciando o livro O Pomo da Discórdia?, fala da “narrativa cuidadosamente costurada” de Petuco a cada página de seu livro. O autor dialoga com inúmeras referências teóricas, com documentos, agentes que entrevista e com Anna Simões, em um “inquieto diálogo”.


O livro NÃO apresenta


A

a construção do entendimento de que a redução de danos é, sim, um acontecimento que produz efeitos nos campos de forças e de lutas constituídos em torno das políticas públicas de cuidado dirigidas às pessoas que usam álcool e outras drogas.


B

o revisitar histórico da despatologização do consumo das drogas e a despreocupação das ciências médicas com o tema, em especial a partir do século XIX.


C

as implicações de seu posicionamento como pessoa que usa drogas, diante de saberes legitimados por uma certa ciência produtora de vidas abjetas.


D

o que o autor chama de “bom encontro”, aquele que acontece entre a redução de danos e a luta antimanicomial, ampliando a potência desses dois movimentos.


E

as contribuições de Olivenstein para a compreensão sobre as abordagens terapêuticas e as definições sobre “toxicomania” no Brasil.