Imagem de fundo

“A não ser em casos muito específicos, em que o objetivo...

“A não ser em casos muito específicos, em que o objetivo diagnóstico é bastante circunscrito, a (...) é realizada geralmente integrada com a história, buscando-se uma relação entre a pessoa com seus problemas específicos atuais e as experiências de sua vida passada. Pretende-se colocar a problemática presente numa perspectiva histórica, que permita compreender o transtorno dentro de um processo vital, em um contexto temporal, afetivo e social, com base num quadro referencial teórico. Trata-se de um modo específico de compreender os fatos. Desse modo, não se analisam os efeitos especiais de um e outro acontecimento, como também suas interações. Bellak e Small (1980) exemplificam: ‘a perda da mãe na infância do paciente deve ser posta em relação com a chegada anterior de um irmão e com a ausência prévia e prolongada do pai no lar’ (p.51). Os acontecimentos também devem ser entendidos em função da época em que ocorreram, pois a sua repercussão psicodinâmica pode ser intensificada em meio a uma crise de desenvolvimento, por exemplo, e eventualmente agravada por vulnerabilidade no desenvolvimento anterior.” (CUNHA, 2000).


O autor está se referindo a:


A

Fonte subsidiária.


B

Avaliação anamnética de vida pregressa.


C

Avaliação especial para adultos com transtorno de estresse pós-traumático.


D

Fonte avaliativa restritiva.


E

Avaliação dinâmica.