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“A [...] pressupõe uma reconstituição global da vida do paciente, como um marco referencial em que a problemática atual se enquadra e ganha significação. Frequentemente, a [...] é delineada de forma mais sistemática e formal, produzindo um acúmulo de dados que não contribuem para o entendimento do caso. Um enfoque puramente normativo pode ter sentido quando há suspeitas de desvios de desenvolvimento numa criança. Caso contrário, muitas vezes, a série de dados, conseguidos exaustivamente, em busca de uma precisão cronológica, pode ser resumida, porque os dados são importantes, em vista de sua ‘possível conexão com a enfermidade corrente’, como lembram MacKinnon & Yudofsky (1988, p.17).”
O trecho acima se refere a:
História pessoal ou anamnese.
História pré-natal e perinatal.
A primeira infância (até os 3 anos).
Avaliação de traumas pregressos.
Infância intermediária (3 a 11 anos).