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Não há produção de saúde sem produção de saúde mental. Logo, é preciso levar em conta que, ao se receber cuidados em saúde, devem ser consideradas as dimensões biológica, psíquica e social dos indivíduos.
(Ministério da Saúde, 2014, p. 23. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_psicossocial_cria ncas_adolescentes_sus.pdf.)
É com essa afirmação que se pode nortear as práticas em atenção psicossocial de crianças e adolescentes. A política de saúde mental infanto-juvenil é consolidada
quando é capaz de monitorar e avaliar a qualidade dos serviços mediante indicadores de efetividade e resolutividade da atenção.
por haver proximidade das equipes de Atenção Básica com as famílias, as escolas e outros espaços de convivência de crianças e adolescentes para a formação de vínculos.
por diferentes ações e serviços que garantam o acesso a cuidados em saúde mental de forma ampliada, complexa e com importante articulação intersetorial, tendo como diretriz central a reinserção social.
quando garante a articulação e a integração dos pontos de atenção das redes de saúde no território, qualificando o cuidado por meio do acolhimento, do acompanhamento contínuo e da atenção às urgências.
sob a concepção de serem sujeitos responsáveis por seus desejos e sintomas, da heterogeneidade de demandas, acolhimento incondicional e universal, corresponsabilidade de encaminhamento, intersetorialidade, territorialidade, e avaliação e atenção partilhada.